Cozinha da Marcia Receitas 100% testadas
 

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    Edamame – o feijão fresco da soja

    www.cozinhadamarcia.com.brEdamame é como os japoneses chamam o feijão de soja ainda em sua fava bem fresquinho e macio. Para prepará-los é preciso apenas aferventar as favas por apenas cinco minutos em uma panela grande com muita água e sal a vontade. Escorra as favas e jogue-as em seguida em uma tijela com bastante água fria com umas seis pedras de gelo, assim não perdem a cor verde.

     

     

     

     

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    Flor de sal

    É a primeira camada de sal a se formar nas salinas logo que a água do mar evapora os cristais de sódio se solidificam. A flor de sal ainda contém impurezas como cinzas ou algas, que fazem parte do seu sabor. De acordo com a procedência o gosto é diferente assim como a sua capacidade de salgar os alimentos. A mais famosa flor de sal vem da região da Guerande, na França. A sua aparência é como a de um sal grosso e, muitas vezes ainda guardam uma quantidade pequena de umidade.

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    Flambar

    Flambar é uma corruptela do verbo flamber que em francês quer dizer atear fogo. E famblar é isso mesmo. Tocar fogo seja em um prato doce ou salgado. Em ambos os casos isso pode ser feito ao final do processo como é o caso das panquecas com licor de Cointreau conhecidas como Crepes Suzette ou durante o cozimento de uma carne como na receita original do Strogonoff.

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    Fruta-do-conde

    Conhecida por nomes bem diferentes a fruta-do-conde (Annona coriacea) é uma favorita das mesas brasileiras, também é conhecida como ata e pinha nas diferentes regiões do país. O alto da temporada é no mês de fevereiro. É rica em vitamina C e em potássio.

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    Fermento em pó

    Fermento em pó é a mistura de bicarbonato de sódiowww.cozinhadamarcia.com.br, uma base, com cremor tártaro, um ácido e amido de milho – utilizada para dar volume ao produto. A mistura ao entrar em contato com a massa umedecida do bolo se expande e forma milhões de bolinhas de ar que empurram a massa do bolo para cima.

     

     

     

     

     

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    Graviola

    www.cozinhadamarcia.com.brA graviola é uma fruta que chegou de modo espontâneo à região Norte do Brasil. É uma fruta caribenha que se aclimatou bem a todos os países com regiões semelhantes. Hoje é também encontrada nos países da Ásia. Utilizada principalmente em sucos e sorvetes, a graviola é rica em vitamina C e B1 e B2. A pinha (fruta-do-conde) e a atemoia também são da mesma família.

     

     

     

     

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    Gersal

    Mistura de sal marinho e gergelim moído, muito utilizada na cozinha naturalista

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    Harissa

    Mistura de temperos, pimentas e tomate desidratado, originárias do norte da África, utilizada na culinária marroquina, e argelina e tunisiana. Não existe uma única, cada região acresce a mistura alguns condimentos dando-lhe um caráter mais pessoal.

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    Jiló

    www.cozinhadamarcia.com.brAmargo, o jiló é como nos versos de Luiz Gonzaga – “ai quem me dera voltar pros braços do meu xodó, saudade assim faz doer e amarga quem nem jiló”. O jiló originário da Africa Ocidental chegou por aqui junto com as populações africanas escravizadas.

    Os frutos, que achamos que são legumes, são ricos em sais minerais e vitamina B e C. Também é considerado digestivo. O jiló é um acompanhamento típico da cozinha brasileira. Tradicionalmente servido refogado também é servido como milanesa e em algumas regiões como a Centro-Oeste faz um doce de jiló em calda.

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    Jaca

    www.cozinhadamarcia.com.brSabe a jaca, aquela fruta enorme que todo mundo diz que quando madura pode cair na nossa cabeça? Pode mesmo. A jaca, original da Malásia, chegou ao Brasil ainda no tempo da colônia, durante o século XVIII e rapidamente se espalhou pela Mata Atlântica. E, por aqui, já se fez de tudo com ela.  Os bagos que envolvem os caroços podem ser cozidos e servidos como um acompanhamento salgado para carnes oupreparados na calda de açúcar como uma compota.

    As sementes depois de cozidas e sem as peles podem ser salgadas e servidas como tira-gosto. Do seu suco também se preparava um licor que era oferecido às visitas junto com licor de jenipapo e de jabuticaba ainda na primeira metade do século XX. Como, uma vez aberta, fermenta muito rapidamente e inviabiliza o transporte para supermercados e assim acabou deixada de lado. A sua polpa rica em cálcio, tem ferro, fósforo e vitamina B; tem ainda uma enorme quantidade de fibras.