Podemos dizer com certa tranqüilidade, mas sem exageros, que o país divide-se entre aqueles que gostam de quiabo e os demais habitantes, aqueles que não gostam. Entre os que gostam, ainda temos uma grande divisão: tem com os prefira com ou sem a baba. Não deveríamos detestá-los. Eu sei, é difícil convencer quem não gosta a mudar de idéia. Mas os quiabos são muito especiais. Imagine um legume, na realidade o fruto de uma planta que veio da África há 300 anos, nessa época chamava-se gombô ou ngombo na língua benguela, de Angola. E o povo gostou tanto que passou a chamá-lo pelo nome que os índios lhe deram: quiabos.